Gosta de romances com aliens? Então esse post é para você!
Quando lancei o livro A Telepata e o Alien (livro 4 da série Sobrenatural), abri margem para uma nova série. Amores de outro mundo, uma nova série de Aliens de minha autoria, chega na Amazon ainda esse ano, e hoje eu resolvi trazer o trechinho que coloquei no final de A Telepata e o Alien do primeiro livro: O Invasor, que contará a história de Kealor, o imperador de Júpiter. Confere aí!
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| A Telepata e o Alien - Livro 4 da série Sobrenatural |
O Invasor - Livro 1 - Série Amores de Outro Mundo
Capítulo 1
Kealor
O
planeta Terra era do jeito exato como Milo descreveu em seus relatórios e que eu
vi nas imagens. O céu azulado com nuvens brancas, oxigênio abundante e
gravidade menor. Levei alguns dias para me adaptar a sua atmosfera e, assim que
me senti bem, parti para a minha missão: encontrar uma terráquea saudável e
fértil que pudesse ser a mãe do futuro imperador de Júpiter.
Como
Milo obteve êxito na pequena cidade de Luandia, decidi que iniciaria as minhas
buscas por lá. Disfarçado como um terráqueo, logo me misturei aos demais. Levei
soldados comigo para aquela missão, mas eles permaneciam longe de mim para não
levantar suspeitas.
Observei
tudo ao meu redor encantado. Era tão diferente de Cedor! Por mais que eu
tivesse visto tudo pelas imagens, era bem diferente ver ao vivo. Havia terráqueos
e terráqueas andando pelas ruas e era normal. Tantas fêmeas, tantos cheiros e
sensações...
Distraído,
esbarrei em alguém. Com a minha constituição forte, acabei derrubando a frágil
criatura no chão.
Era
uma fêmea. Uma bela criatura. Me agachei no mesmo instante, para ajudá-la, como
era o meu dever.
—
Sinto muito. Você está bem? Está machucada? — perguntei preocupado, analisando
a fêmea.
Ela
abriu um sorriso pequeno e negou com um gesto de cabeça. Ela era linda e o seu
cheiro era incrível! Os cabelos eram vermelhos como rubis, todos os fios encaracolados,
os olhos azuis bem claros e ela tinha pintinhas no nariz e nas bochechas. Era
adorável. Cecilia, a parceira de Milo, tinha uma beleza única, mas aquela fêmea
ali na minha frente também. Não havia fêmeas de cabelos loiros ou vermelhos em
Cedor. Muito menos pessoas de olhos verdes ou azuis. Eram características dos
terráqueos.
—
Estou bem. Estou acostumada com as pancadas da vida.
Eu
estava completamente fascinado por aquela jovem fêmea terráquea e me perguntei
o que ela teria passado ao ponto de me dizer aquilo.
—
Me deixe ajudá-la, por favor. — Estendi a mão para ela.
Ela
encarou a minha mão um pouco confusa, mas a segurou. Eu pude sentir como era
delicada e macia. Será que todas as fêmeas eram assim?
Ajudei
a fêmea de cabelos vermelhos a ficar de pé, e ela me encarou curiosa.
—
Não estou acostumada com gentileza, me desculpe.
—
Não se desculpe, por favor. A culpa é minha. Eu estava distraído, observando as
belezas da cidade.
Ela
sorriu.
—
Você é turista, não é? Muitos turistas vêm para Luandia para ver o portal da
floresta Carpenter.
Eu
assenti. Apesar de saber sobre a floresta e o portal que ela abrigava, eu tinha
vindo para aquela cidade por um motivo bem diferente.
—
Eu não sou daqui e estou encantado pela cidade.
—
Eu sabia. — Ela me estendeu a mão, como forma de cumprimento. — Meu nome é
Luana, e o seu?
Terráqueos
apertavam as mãos para se cumprimentarem. Eu sabia disso, mas ainda assim era
estranho para mim. Em Júpiter, não tocávamos os outros, a não ser que fosse
alguém íntimo. Mesmo assim, estendi a mão e a cumprimentei, como qualquer
terráqueo faria.
—
Meu nome é Kealor. Prazer em conhecê-la.
Dei
meu nome verdadeiro, afinal, aquela missão só iria funcionar com a verdade e
transparência da minha raça.
—
Seu nome não é comum. Eu gostei. — Ela soltou a minha mão e sorriu.
Retribuí
o seu sorriso, não sem antes notar que ela não tinha uma aliança em seu dedo
anelar esquerdo. Ela não possuía joia nenhuma. Segundo as pesquisas de Milo,
fêmeas descompromissadas não usavam alianças em seus dedos. Ela estava
disponível.
—
Muito obrigado. É um nome de família.
—
Que interessante.
Ela
analisou as minhas roupas terráqueas, que foram escolhidas por Milo para que eu
pudesse me passar por um simples humano. Não sei o que ela viu, mas gostou. Vi
a alegria genuína em seus olhos e na sua mente.
—
Eu estava indo para o meu trabalho... Você gostaria de tomar um café ou uma
água?
—
Eu adoraria.
Ela
sorriu para mim, e nós começamos a caminhar juntos pela calçada. Observei a
fêmea ao meu lado e inspirei a sua essência única. Naquele momento, decidi que
ela seria a minha parceira, a mãe dos meus filhotes e a imperatriz de Zeos,
Júpiter.
(...)
Ficou com vontade de ler? O Invasor chega na Amazon no segundo semestre de 2024, fica de olho nas minhas redes sociais para não perder esse lançamento!

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